Christmas Rush, ou 5 regras para evitar a confusão nas compras de Natal

O Natal é uma época para celebrar o Amor e a Fé, mas cada vez mais assistimos a uma obsessão quase doentia pela compra de presentes e por um desperdício enorme de tempo, dinheiro e materiais que, muitos deles, acabam por ir parar ao caixote do lixo.
Eu gosto muito do Natal. Gosto de celebrar a festa do Amor e gosto de receber e oferecer presentes. Não vou mentir: sou uma consumidora de presentes natalícios e não ofereço apenas à família. A minha profissão mantém-me tremendamente ocupada até quase ao dia 24 de dezembro, data para mim já muito tardia para adquirir o que realmente quero, portanto tive de recorrer a alguns subterfúgios.
1. Listas obrigatórias: em cada ano faço uma lista dos presentes que tenciono oferecer. A lista é mais ou menos fixa de ano para ano, pelo que apenas é necessário alterar o presente. Dá-me imenso jeito e permite-me estipular um orçamento.
2. Meses de antecedência: o timing é tudo, por isso, para ter tudo organizado, a lista é feita em setembro, o mais tardar outubro, e as compras começam a ser feitas nessa altura. A maior parte dos presentes que ofereço podem ser comprados pela internet, mas guardo alguns para comprar no comércio local, pois acredito que cada um de nós deve ajudar a economia local.
3. No melhor embrulho…: acredito que um embrulho bem bonito e bem feito é um sinal de respeito pela pessoa a quem o vamos oferecer. Há quem diga que o que interessa é o interior, mas o amor que colocamos a preparar o que vamos oferecer diz muito sobre nós. Gosto de papel de embrulho liso, tipo kraft castanho, e de sacos de papel de Natal para o que é difícil embrulhar. Os laços são feitos de fita de cetim e não de plástico e, habitualmente, escolho uma cor por ano. Este ano estou a aproveitar algumas sobras que tinha, por isso são mais coloridos. Compro tudo isto com bastante antecedência, normalmente quando vejo preços apetecíveis. 
4. Embrulhos feitos antes de 1 de dezembro: a 1 de dezembro costuma começar a correria do Natal – as compras de presentes, as decorações… Cá em casa, a um de dezembro coloco as decorações por toda a casa, pelo menos um pequeno apontamento em cada divisão. Os presentes para oferecer são colocados perto da árvore, o que nos dá a sensação de termos uma grande família. E temos! Os nossos amigos também são a nossa família. Assim, a 1 de dezembro, tudo está pronto para o Natal!
5. Menus simples e deliciosos: adoro cozinhar, e no Natal não é exceção. Por ter laços afetivos com o Reino Unido, há coisas que não podem faltar na mesa, como o Christmas Pudding e o Christmas Cake, e esses são encomendados no final de novembro, diretamente de Inglaterra. O Pannettone é comprado cá, pois felizmente já existe. O menú é pensado no final de novembro, para que durante as semanas seguintes possa comprar os ingredientes necessários na ida semanal ao supermercado, para evitar uma “compra de Natal” que me faria gastar demasiado dinheiro de uma só vez. Na ceia de natal há bacalhau (este ano não vai ser cozido) e legumes e no dia de Natal há perú ou outra carne magra assada no forno. Não usamos um perú inteiro (não quero comer restos de peru assado durante um mês) mas sim uma perna, peito ou bifes recheados com alguma coisa que me venha à cabeça ou que me encante no Pinterest. Este ano vou aventurar-me a fazer stuffing de castanhas… mmm… 
E é desta forma que evito o stress das compras de Natal. Antecipadamente, com calma, vou fazendo as minhas escolhas e comprando o que preciso. É simples. Basta alguma organização. E nisso sou um ás!

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