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Don’t you just love the gym?

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Eu não gosto de fazer exercício físico, ponto. Mas gosto de como me faz sentir. Depois de um treino, há em mim uma sensação de força e poder indescritível. Eu fui capaz, eu consegui. Consegui superar o peso que levantava no mês passado. Consigo fazer repetições de um exercício em menos tempo.

Agora que o frio começa a surgir, a vontade para ir ao ginásio começa a ser pouca, mas há que persistir. Eis aqui 7 boas razões para ir ao ginásio

  • faz bem ao corpo: quanto a este ponto, não é preciso dizer mais nada; ajuda a ganhar peso, a perder peso, a perder massa gorda, a ganhar flexibilidade… faz bem, pronto!

  • faz bem à cabeça: fazer exercício implica estar atento ao que fazemos, senão a coisa pode não correr nada bem; potencia, também, a libertação de endorfinas que nos fazem sentir bem.

  • alarga o nosso núcleo de amigos: já fiz uma série de novos conhecimentos no ginásio e conhecer pessoas diferentes do nosso núcleo habitual de amigos é muito bom, pois enriquece a nossa vida.

  • conhecemos novos alimentos: já aprendi e ensinei a usar ingredientes diferentes em batidos, sopas, mixes, e é habitual trocarmos “receitas” entre um exercício e outro. Tudo saudável, claro. Com muito cacau e gengibre!

  • interagimos com pessoas de outras idades: o atleta mais novo do ginásio que frequento deve ter catorze anos e a mais velha tem setenta e dois. Está tudo dito.

  • podemos “abusar” da comida de vez em quando: o facto de saber fazer exercício regular, permite-me poder “pecar” ocasionalmente sem pôr em causa a minha saúde.

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As coisas simples da vida

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Ontem esteve um lindo dia de sol, apesar do frio. Depois de um dia muito atarefado, com imensas viagens de carro para cima e para baixo na cidade, paragens aqui e ali, recados para tantos lugares, cheguei finalmente ao bairro onde vivo. Antes de dar a curva, pensei: quem me dera ter uma varanda; agora ia sentar-me ao sol a beber um cházinho e a ler o meu livro. Assim que estacionei e saí do automóvel, olho para cima e vejo a minha vizinha do primeiro andar. Sentada ao sol. Na varanda. Sorri. As coisas simples da vida são tão boas. Não tenho varanda. Não me sentei ao sol. Mas a alegria da minha vizinha deu-me a mesma sensação de paz e alegria.

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Winter Blues

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In the depth of Winter I finally learned that there was in me an invincible summer.

Albert Camus

Com o mês de novembro, chegou finalmente o frio, a chuva e a necessidade de alterarmos o nosso guarda roupa, mudando da roupa leve de verão para peças mais confortáveis e que nos agasalhem dos ventos e frios desta época. O outono chegou – atrasado! – e com ele a necessidade e a vontade de um maior recolhimento.

Enquanto que no verão temos vontade de sair de casa, ir à praia, passear e passar o máximo de tempo no exterior, nesta altura do ano acontece-me precisamente o contrário: quero ficar em casa, deitada no sofá, a ver um bom filme (ou uma boa série), a ler um bom livro e a beber uma enorme caneca de chá (ou de chocolate quente), mas sempre com a companhia da Poppy ao meu lado e do Bownie no outro sofá, a olhar para mim.

São estes os bons momentos de outono, que nos ajudam a enfrentar o frio lá fora e a recuperar de dias muito curtos e noites demasiado longas. É nesta altura do ano, por esta razão, que aparecem os winter blues, uma espécie de depressão ou estado de tristeza associado ao Inverno. Isto tem razões biológicas, devido à redução das horas de luz solar natural, ao cair das folhas das árvores e ao tom eminentemente cinzento dos dias. Há que aproveitar os dias frios, mas ao mesmo tempo zelar para que não entremos num estado de tristeza mais profunda.

Apanhar muita luz solar

A exposição à luz solar é essencial para a produção de vitamina D, necessária à manutenção do nosso bem estar. Assim, sempre com protetor solar, é importante apanhar algumas horas de luz solar diariamente. Se tal não for possível, podemos sempre recorrer a uma luz solar artificial.

Fazer atividades que nos dão prazer

Ler, ver um bom filme, jantar em casa com amigos, receber visitas, visitar amigos, ir ao cinema ou à biblioteca. Sem exagerar, é importante agendar coisas para fazer, para não nos aborrecermos.

Cozinhar pratos “de conforto”

Os americanos chamam a um determinado tipo de comida – como sopas ricas, guisados e estufados – comfort food. Quando está frio, o nosso corpo precisa de pratos um pouco mais trabalhados, mais reconfortantes. É tempo de deixar as saladas frias e fazer estufados, guisados e pratos de forno. Não têm que ser maus para a nossa saúde; basta serem nutricinalmente equilibrados que o sabor está lá todo na mesma.

Dormir

Nesta altura do ano, tenho muito mais sono. Ainda ontem, uma amiga partilhava que tinha sono de manhã e à tarde e eu concordei com ela. Muitos animais hibernam no Inverno. O frio convida a um maior recolhimento e é importante dormir a horas necessárias para que o nosso corpo possa trabalhar a cem por cento.

Escrever

Escrever um livro, contos, um diário, seja o que for, é muito bom nesta altura do ano. Para além de todos os benefícios mentais e emocionais que nos traz, quem sabe não um dia será uma fonte de rendimento extra?

O Outono já chegou. E eu estou em pulgas para ir para o sofá ler o meu livro favorito.

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A Ponte | um livro sobre a Escola que queremos

Tantos dias sem escrever não significa que fossem dias vazios; foram, isso sim, dias muito cheios. Ser professora enche-me a vida, não apenas em termos de horário, mas também de coração, de entrega e de paixão. O começo de um novo ano letivo, numa escola nova (simultaneamente, foi um regresso a casa), trouxe muitas alterações aos meus dias e às minhas noites. Com a entrada neste novo ciclo, deixei-me ser acompanhada por um livro muito especial que me encheu setembro.
O Paulo Morais não é professor. É tantas outras coisas, mas professor não. No entanto, decidiu ir a uma escola que apaixona tanta gente – a Escola da Ponte – para conhecer o projeto e dá-lo a conhecer. Assim, escreveu Voltemos à Escola, um livro que podia ser extremamente aborrecido e teórico, mas que é o relato apaixonante de uma experiência da sua visita e permanência na Escola da Ponte durante alguns meses.
Não estou a mentir quando afirmo que muitas vezes vieram-me as lágrimas aos olhos: porque queria estar na Ponte, porque queria experimentar o modelo ali vivido, porque a história que contava em determinado momento me emocionou, porque queria dizer “Paulo, obrigada por me mostrares como a escola pode ser um espaço tão mais feliz”.
Este foi um livro que não consegui largar. Ao mesmo tempo, houve momentos em que não conseguia ler, porque não queria acabar o livro. Tal como quando o autor descreve que foi constantemente adiando a despedida da escola, também eu fui constantemente adiando o adeus à leitura deste livro, o adeus à Ponte. O adeus a uma vivência da Escola que anseio, que quero promover e que, ao mesmo tempo, por formação e por hábito, tenho algumas reticências em implantar completamente.
Dei por mim, nestas primeiras semanas, a aplicar coisas que aprendi com leitura deste livro como, por exemplo, a também eu, “pedir a palavra” nas aulas. A deixar nas mãos dos alunos as decisões do que fazer em determinados momentos, sendo eu apenas sua orientadora. Algumas destas dinâmicas já me eram familiares, mas senti-me validada após conhecer o trabalho na Ponte. Mesmo que tenha sido apenas um cheirinho. Mas quero mais. Quero mergulhar mais neste mundo de uma educação humanista que respeita o indivíduo no seu todo.
O Voltemos à Escola é de leitura obrigatória para quem é pai, mãe, tio, professor e auxiliar de ação educativa. Mas também para quem é Presidente de Câmara, vereador, Ministro da Educação e para todos aqueles que querem que as nossas crianças e jovens sejam o seu melhor, sejam felizes, sejam participativos na comunidade e sejam autónomos. 
Obrigada, Paulo Morais, pela partilha. E da próxima vez que for à Ponte, leve-me consigo!
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Reinvenção numa noite de verão

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Julho é o mês do meu aniversário. Há uns anos atrás, por esta altura, estaria a viver aquilo que um amigo meu, de quem muito gosto, chama de “inferno astral”. Supostamente, o mês anterior e o mês após o nosso aniversário seria um período “infernal” em que tudo nos acontece. A verdade é que quando ele me disse isto, eu, que antes nunca tinha vivido infernos astrais, passei a vivê-los anualmente. Até que um dia, o Nuno me disse “tu estás a viver um inferno astral porque te estás a focar nisso”. Pura verdade. Foi também, nessa altura, que a minha amiga Carol começou a publicar na sua página de Facebook as diversas celebrações do seu aniversário, que começam quase um mês antes e apenas terminam um mês depois do seu aniversário. Ora bolas! Eu também quero um Céu Astral que dure dois meses.

A mudança de perspetiva é de uma importância extrema se queremos ser amplamente felizes. Eu andava perfeitamente o ano inteiro e vivia um mês complicado perto do meu aniversário. Porquê? Porque era isso que eu esperava que acontecesse. Com a mudança de paradigma, agora começo a sonhar, a desenhar e a esperar coisas muito boas na envolvência do mês de julho. Para além de ser o mês do meu aniversário, é o mês sete, é o mês das Noites na Nora, é o mês em que fui pedida em casamento (e aceitei), é o mês em que, finalmente, posso começar a ler mais. O mês de julho é o melhor mês do ano!

No ano em que me mudei para a cidade onde vivo hoje, uma amiga tinha ido assistir ao concerto da Madonna em Lisboa, da digressão The Reinvention Tour, e contou-me que, ao terminar, o palco ficou todo negro e surgiu a frase REINVENT YOURSELF. Ela encarou esta mensagem como sendo um sinal de que estava no momento certo para fazer uma mudança na sua vida. E fê-la.

Ontem, ao ler este post no blogue onde também sou co-autora, a questão da reinvenção, da mudança, do crescimento pessoal através da alteração de padrões conhecidos tocou-me particularmente. Julho é, para mim, um mês de reflexão, de mudança, de crescimento. Muito mais do que o final do ano, esta sim é a altura em que faço balanços e em que me proponho a novos vôos.

Reinventarmo-nos é bom. Ajuda-nos a crescer, a sair do marasmo da vida quotidiana e a ver o mundo com uma perspetiva diferente. É como se mudássemos a lente da nossa câmara fotográfica, pois não nos mudamos apenas a nós, mas também a forma como vemos o que nos rodeia.

Hoje vou reinventar-me. Vou pegar em mim e transformar-me na melhor versão de mim mesma.

auto-conhecimento, bem-estar, mudança

O Ritmo dos Dias


Hoje, durante a primeira aula da manhã, precisei de sair da sala e ir buscar material que tinha deixado na sala de professores. Saí, apressada, para não deixar os alunos muito tempo sozinhos (creio que não se importariam) e percebi que o meu corpo não conseguia responder ao ritmo que eu lhe queria imprimir. Continuei a forçar uma velocidade quase furiosa e a resposta foi um atordoamento na visão e um torpor doloroso nas articulações e músculos. De repente, percebi. Abranda. Reduzi a velocidade e apreciei os sons das aves e o verde das árvores. Fui, na mesma, buscar o material. Demorei mais tempo. Os alunos não se importaram. E o meu corpo agradeceu.

Muitas vezes acreditamos que é necessário acelerar para que tenhamos tempo para fazer tudo a que nos propomos. No entanto, na maior parte das vezes, se desacelerarmos conseguimos fazer tudo e muito melhor. A constante exigência para que sejamos produtivos, rápidos, eficazes, eficientes e estejamos sempre em cima do acontecimento com o recurso às novas tecnologias e às redes sociais conseguem tornar o nosso dia a dia num quase inferno. Ainda ontem, numa reunião, me foi dito que era suposto fazermos determinada tarefa ainda naquela noite e que uma não resposta a um mail no prazo de três ou quatro horas era considerada uma aceitação do conteúdo do mesmo. Velocidade furiosa.
Dou por mim a apreciar muito pouco o que me rodeia, tantas são as exigências temporais que me são colocadas e que eu própria me coloco. O meu corpo, fonte de sabedoria, pede que eu altere o meu ritmo. Aliás, essa é a grande aprendizagem que a fibromialgia me trouxe: acolher um novo ritmo, mais adequado a mim e ao que me é possível a cada momento.
Hoje é dia de acolher um novo ritmo. O meu ritmo. Para os meus dias.
ansiedade, bem-estar

Stress & Ansiedade, Lda | como gerir-me perante a vida

Lembro-me, devia ter cerca de dezassete anos, que a minha mãe me cantarolava estes versos quando eu me queixava que não me sentia bem:
Ansiedad, de tener-te en mis brazos, musicando palabras de amor…
A verdade é que, naquela altura, eu estava a passar por momentos muito complicados ao nível emocional e sentia-me verdadeiramente mal. Infelizmente, naquele tempo ainda não havia internet acessível a todos e as formas de lidar com estas questões baseavam-se na prescrição de ansiolíticos e remédios naturais para aliviar os sintomas. Funcionaram durante um tempo, mas houve um dia em que me senti tão mal que pensei que ia morrer com um ataque cardíaco. Não era. Era, simplesmente, um ataque de ansiedade tão agudo que me levou ao hospital.
A ansiedade é um problema que assola pessoas de todos os sexos e todas as idades. As expetativas que têm para nós, as expetativas que temos da vida e tantas outras coisas criam, dentro da nossa pessoa, uma bola tão grande de dúvidas, medos e questões que, por vezes, se torna impossível viver bem. Essa bola vai sendo alimentada por nós e pelas coisas que nos acontecem e se não tivermos as ferramentas necessárias, podemos atingir picos tão fortes de stress e ansiedade que só com auxílio médico se consegue melhorar a situação. É em casos destes que epidemias como a que agora ouvimos tanto, o “jogo” da baleia azul, cresce; quando a realidade é tão debilitante, tão triste e tão sem sentido para um jovem, qualquer jogo que não faz sentido passa a fazê-lo. Por isso é que é de extrema importância falar sobre isto.
Há uns anos atrás, um amigo que, na altura, estudava metafísica e as doenças à luz da metafísica, disse-me que a ansiedade e a depressão tinham a ver com a nossa “não-presença” no momento presente: a ansiedade assola-nos quando estamos a “pré-viver” o futuro, sempre a pensar no que aí vem, enquanto que a depressão cai sobre nós quando vivemos agarrados ao passado, sempre matutando no que fomos (ou não) e no que tivemos (ou não). Faz sentido?
As formas de atacar a ansiedade e o stress são várias e podem ser divididas em várias categorias, como o exercício físico, a meditação, uma mudança drástica na alimentação, entre outros. É importante, também, que nos façamos ouvir, que deixemos que as nossas emoções sejam sentidas e vividas, de forma a que não haja qualquer tipo de bloqueio. Pedir ajuda não é pecado, e é uma decisão acertada.
Tenho experiência em ansiedade e stress e, por isso, desenvolvi estratégias que fui aprendendo e experimentando para lidar essas situações e desenvolver a auto-regulação. Estou, finalmente, pronta para partilhá-las.  Let the games begin.

bem-estar, exercício

Detox e kickbox | pôr o corpo a mexer

O nosso corpo é a nossa casa, o lugar onde tudo acontece. Podemos considerá-lo um templo, uma casa ou um espaço especial, o importante é que reconheçamos que sem ele a funcionar de forma equilibrada não conseguimos ter uma vida bem vivida. Faz parte da tríade da nossa existência: corpo, mente e espírito. Merece ser olhado e tratado com todo o amor e respeito.
Tal como em casa, é necessário ter alguns cuidados para que tudo no nosso corpo funcione bem. Se em casa temos cuidado para não deitar gorduras e restos de comida para as canalizações, no nosso corpo é necessário, também, não enviar demasiadas gorduras e lixo alimentar para as nossas canalizações, as nossas veias. Se limpamos a casa para evitar contaminações e desorganização, também o nosso corpo precisa de estar limpo e arrumado para que nos sintamos bem. Quando, por exemplo, o meu cabelo anda mal tratado, normalmente é em alturas em que ando muito cansada e sei que é porque não tenho andado a cuidar bem de mim.
O nosso corpo é, também, o nosso principal meio de transporte: leva-nos para onde queremos. Quem tem automóvel, sabe que tem de fazer as suas inspeções periódicas e visitas à oficina para o manter operacional. E também sabe que, se não andar com o carro durante algum tempo, o mais provável é que quando for pegar nele de novo ele não funcione. Os automóveis, tal como o nosso corpo, precisa de movimento para se manter operacional, para funcionar. Não precisamos fazer um rali todos os dias, mas precisamos pôr a máquina a mexer. Literalmente.
Não é necessário ter muito dinheiro para cuidar bem do nosso corpo, quer seja em termos de manutenção interna (nutrição), quer externa (cuidados de beleza e exercício). Inspirada na citação que encima este post, aqui estão algumas dicas.
Respeitar o corpo: manter o corpo limpo de sujidade física, mas igualmente de tratamentos indignos para a nossa integridade.
Alimentar o corpo: o corpo é uma máquina orgânica que precisa de combustível – alimentos apropriados a cada estação, a cada momento das nossas vidas. Há momentos para fazer um detox (nada de extremo), outros para dar um mimo mais guloso, mas sempre de forma equilibrada e respeitando as nossas necessidades. Devemos escolher o que ingerimos, mas também o que ouvimos, o que lemos e o que inalamos e aquilo em que escolhemos acreditar. Tudo isso é alimento.
Desafiar o corpo: há dias em que não me apetece mexer, porque a fibromialgia insiste em atacar, mas preciso fazer exercício físico regular. Vou ao ginásio porque não me consigo disciplinar a fazer exercício em casa, mas isso não é obrigatório – a única obrigatoriedade é mexer-me. Quando o corpo já está muito habituado a um tipo de exercício, é necessário mudar, para que ele continue a desafiar-se a si próprio e a evoluir. Tudo respeitando as capacidades que temos, sem magoar, mas também sem nos deixarmos estagnar.
Mover o corpo: dançar, correr, caminhar, fazer ballet, kickboking ou qualquer outra atividade que nos dê gozo é imprescindível. Um corpo em movimento é um corpo vivo, aceso, efervescente. Aqui não há regras sobre a escolha do movimento; a única coisa necessária é o movimento.
Amar o corpo: ao respeitarmos as indicações anteriores, estamos a respeitar o nosso corpo, a amá-lo, a cuidá-lo. Amar o corpo é ouvi-lo, é dar-lhe o que ele necessita em cada momento: movimento, descanso, água, alimento, mimo, abraços, carinho.
O mestre de ioga Iyengar dizia: o nosso corpo é o nosso templo. Mantém-no puro e limpo para que a alma possa residir nele. Não é assim tão difícil. Vamos experimentar?

beleza, bem-estar

Cuidar-me bem | o segredo para dias felizes

Está um dia lindo de sol lá fora e hoje não vou trabalhar. Depois de um pequeno almoço delicioso e saudável, uma sessão de exercício no ginásio e um duche relaxante para começar um dia que desejo seja magnífico.
O cuidado da pele é uma prioridade na minha vida. Pode parecer algo banal ou até presunçoso, mas é uma questão de saúde: sem uma atenção especial à minha pele logo pela manhã, o meu dia, o meu rosto e o meu corpo não conseguem funcionar a 100%.
Tenho a sorte de pertencer a uma linhagem de mulheres que amadurecem bem. Quer a minha mãe, quer uma das minhas tias, já nos oitentas, têm uma pele que causa inveja a muitas mulheres de cinquenta. A minha genética não me parece que seja tão favorável como a elas, por isso tenho de ter muitos cuidados para que me consiga sentir bem. Não tem a ver com o ter rugas ou não – tem, sim, com o facto da minha pele precisar de hidratação profunda constantemente e de alguma ajuda para ter uma aparência mais saudável.
Algumas exigências que faço aos meus produtos são: a) que sejam o mais naturais possíveis, sem parabenos nem óleos minerais; b) que não conduzam testes em animais; c) que a marca tenha preocupações ambientais; d) que o valor dos produtos seja equilibrado, mas que os resultados sejam garantidos.
Há alguns anos, conheci uma marca francesa que me deixou apaixonada: a Caudalie. Comecei por experimentar o seu Óleo Divino (cumpre o que o nome promete!), que me foi oferecido por uma amiga, e a partir daí fui experimentando as várias gamas. Tive o grato prazer de desfrutar de um mini-facial numa farmácia que representa a marca e desde aí nunca deixo de visitar a Milene quando ela vem cá.
Neste momento, estes são os meus produtos de eleição: o top 3 Caudalie! A melhor coisa é que alguns deles, como poderão ver no site da marca, existem em tamanho mini e podem ser transportados na mala, em viagens de avião,… em suma, podemos tê-los connosco em qualquer lado!
imagem retirada do site Caudalie

 Espuma de Limpeza / Leite de Limpeza | em caso de dúvida, opto pelos dois. A Milene, quando me faz o mini facial Caudalie, faz uma mistura destes dois produtos com o Creme Esfoliante. Simplesmente maravilhoso, não encontro outros adjetivos para qualificar esta limpeza tão suave mas tão eficaz. A pele fica como nova.

imagem retirada do site Caudalie
Óleo Desmaquilhante | quem diria que um óleo pode ser usado para limpeza da pele e da maquilhagem… A pele fica limpa e suave, é uma sensação fabulosa. Mesmo tendo zonas com tendência oleosa, não dá para arrepender. É um must.
imagem retirada do site Caudalie
Eau de Beauté | mais do que uma água mineral, é uma água de beleza que – e esta é a pura verdade – me traz um sorriso quando a aplico sobre o rosto. Aplica-se depois da pele limpa e tonificada, depois do hidratante, antes ou depois da maquilhagem, durante o dia… enfim, quando o desejamos. Os óleos essenciais que a compõem deixam um traço floral não muito acentuado, o que é simplesmente maravilhoso.
Após estes produtos, basicamente de limpeza e preparação, não posso viver sem um bom creme hidratante e a uma proteção solar de qualidade. Nos meses de Primavera/Verão, a Caudalie tem uma promoção em que ao comprar o Sérum Anti-Manchas, é-nos oferecido o protetor solar. Vale a pena, porque são ambos fantásticos.
Pronto, agora vou relaxar um pouco, com uma bela água aromatizada e mais uma aplicação de hidratante, porque nestes dias tenho que aproveitar o tempo para dar “férias” à minha pele.
Disclaimer:
O post de hoje não é patrocinado, embora possa parecer. A Caudalie não me pagou para o escrever; decidi partilhar a minha experiência Caudalie como partilho outras experiências que me fazem sentido e nas quais acredito. Os produtos que menciono são os que uso habitualmente, são meus, comprados com o fruto do meu trabalho. Se, por acaso, alguém me quiser oferecer alguns, sinta-se à vontade. 🙂