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Don’t you just love the gym?

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Eu não gosto de fazer exercício físico, ponto. Mas gosto de como me faz sentir. Depois de um treino, há em mim uma sensação de força e poder indescritível. Eu fui capaz, eu consegui. Consegui superar o peso que levantava no mês passado. Consigo fazer repetições de um exercício em menos tempo.

Agora que o frio começa a surgir, a vontade para ir ao ginásio começa a ser pouca, mas há que persistir. Eis aqui 7 boas razões para ir ao ginásio

  • faz bem ao corpo: quanto a este ponto, não é preciso dizer mais nada; ajuda a ganhar peso, a perder peso, a perder massa gorda, a ganhar flexibilidade… faz bem, pronto!

  • faz bem à cabeça: fazer exercício implica estar atento ao que fazemos, senão a coisa pode não correr nada bem; potencia, também, a libertação de endorfinas que nos fazem sentir bem.

  • alarga o nosso núcleo de amigos: já fiz uma série de novos conhecimentos no ginásio e conhecer pessoas diferentes do nosso núcleo habitual de amigos é muito bom, pois enriquece a nossa vida.

  • conhecemos novos alimentos: já aprendi e ensinei a usar ingredientes diferentes em batidos, sopas, mixes, e é habitual trocarmos “receitas” entre um exercício e outro. Tudo saudável, claro. Com muito cacau e gengibre!

  • interagimos com pessoas de outras idades: o atleta mais novo do ginásio que frequento deve ter catorze anos e a mais velha tem setenta e dois. Está tudo dito.

  • podemos “abusar” da comida de vez em quando: o facto de saber fazer exercício regular, permite-me poder “pecar” ocasionalmente sem pôr em causa a minha saúde.

fotografia, objetivos, outono, sonhos, verão, vida

Ainda temos quinze dias…

fotografia de Artur Correia
Setembro acabou de chegar e só se fala no final do verão. Apesar de no calendário oficial o outono só iniciar a 21 de setembro, para a maioria das pessoas o final do mês de agosto e, muitas vezes, das férias, marca o final do verão. Deixamos de ir à praia. Começamos a preparar o regresso às aulas dos filhos (ou dos professores). Acabou-se a boa vida.
É muitas vezes, também, nestes dias que arrumamos um qualquer espaço que já nos incomodava de tanta tralha que tinha. Deitamos fora memórias de coisas tristes e, às vezes, de momentos felizes. Decidimos recomeçar, como se estivéssemos no início de um novo ano; estabelecemos novos objetivos, novas metas, sonhamos sonhos ainda não sonhados ou “re-sonhamos” outros que ainda não concretizámos.
O final do verão é, para mim, um momento de nostalgia, mas também um período de recomeço. Este ano, dupla ou triplamente. As mudanças, por vezes, assustam-me, mas os novos projetos desafiam-me a ir além do que já conheço. É um misto de querer ficar e querer avançar. É uma procura pelo equilíbrio possível quando se sonha tanto e se deseja viver tanto. 
Ainda faltam quinze dias para o final do verão; é tempo de viver ao máximo esta estação e prepararmo-nos para a próxima, sempre conscientes do ritmo fluído que o planeta e a Criação nos imprime. Não vale a pena lutar; é muito mais apaixonante deixarmo-nos ir.
Nota: o Artur Correia é um colega de escola que reencontrei graças ao Facebook e que é um fotógrafo simplesmente fabuloso, para além da sua atividade principal como advogado. Permitiu-me usar esta sua fotografia para o artigo, o que agradeço de coração pois, ao contrário do habitual, hoje foi a fotografia que inspirou o texto. Muito grata.